Aposto como tudo o que você imaginou relacionado a ferrovias não chega nem perto disso! Já pensou em conhecer as mais belas ferrovias do mundo, e de quebra, em um meio de transporte bom e agradável (não, não é o trem) como a bicicleta, andando sobre a via férrea e sem precisar se equilibrar? Este ferreomaníaco dos Estados Unidos já! Confira:

Tem dessas para a bitolinha da EFOM?


Agora é só escolher sua estrada de ferro preferida de bitola larga e fazer bom passeio (embora ainda prefiro o trem).

Fonte.http://minasstrains.blogspot.com.br/2012/06/bike-ferroviaria.html

Exibições: 1623

Comentar

Você precisa ser um membro de Amantes Da Ferrovia para adicionar comentários!

Entrar em Amantes Da Ferrovia

Comentário de Flavio Luiz de Morais em 3 dezembro 2012 às 21:03

  Esse conceito não é nenhuma novidade, e nem precisa ir para o exterior para ver.

  A alguns anos descobri um rapaz do interior paulista que fez o mesmo.

  Vejam o site dele e confiram suas aventuras pelas ferrovias abandonadas: 

  http://www.lelotrem.com/

Comentário de Samuell Alexandre em 29 novembro 2012 às 14:51

muito legal isso!! é o ''conceito moderno'' do famoso ''trólei'' só que de duas rodas. analisei a estrutura e realmente é simples de se fazer, podendo-a adaptar para qualquer bitola de trilhos, basta fazer o gabarito.

agora Edson o camarada que embarcar em uma dessas aí tem que ficar esperto e ter boa audição para não ser pego de surpresa em uma curva ou túnel por uma composição, a pessoa precisa saber identificar o barulho de um trem em movimento em campo aberto, uma vez que os maquinistas das modernas locomotivas diesel-elétricas não costumam acionar as estridentes buzinas a ar, a não ser em perímetros urbanos ou cruzamentos com estradas rurais ou até mesmo de asfato fora das cidades, ao contrário do que acontecia com as locomotivas a vapor, cujo o apito era acionado com mais frequência mesmo em áreas rurais para aliviar o excesso de pressão do vapor das caldeiras (mesmo elas possuindo válvula de segurança: era mais bonito o som do apito, que não assustava os animais nem os passageiros. somente quem trabalhou como caldeirista sabe o quanto é desconfortável e assustador o momento em que a válvula de segurança é acionada, parece que a caldeira está explodindo!!). 

agora sobre sua pergunta da medida da bitolinha da EFOM, infelizmente Edson não compensa! só restaram 12km da linha original. as duas pontas estão seccionadas e não existe absolutamente mais nada de trilhos nem dormentes pra além de Tiradentes (sentido leste) e São João Del Rei (sentido oeste), somente o leito férreo abandonado. todos os ramais da EFOM em bitola de 0,76 também foram extintos. até pontes foram desmontadas!

e é até perigoso se aventurar em ferrovias que estão abandonadas, pois apesar de não terem sido extintas e em tese, ainda terem seus trilhos no lugar, (eu já vi isso) tem lugares dessas mesmas, onde o mato é tão alto, que é perigoso ao explorador ser ofendido por animais peçonhentos (e são locais isolados mesmo), existem também locais onde houve queda de barreira sobre os trilhos ou o aterro de sustentação cedeu deixando os trilhos e dormentes literalmente no ar há 5 ou 10 metros de altura (por causa da erosão) com um risco altíssimo de queda, outros já em áreas urbanas os trilhos foram arrancados ou enterrados por asfalto e por aí vai...

se alguém quiser se aventurar pelas ferrovias, que estão abandonadas lembre-se de nunca ir sozinho, consiga um grupo de amigos (de confiança) e que conheçam bem a região. eu prefiro, como meio de transporte, o famoso ''Trólei" seja ele empurado por vara ou por acionamento mecânico através de alavanca/catraca localizada no centro da plataforma do mesmo, onde também existe alavanca do freio. caso não tenha sorte de encontrar um é fácil e simples construir o de empurrar com varas, não fica caro. é o meio mais seguro para este tipo de exploração, pois evita o contato muito próximo das pernas e pés com o chão.

agora o sistema muito prático desta bicicleta é confiável em ferrovias que possuem movimento diário de trens e portanto tem seus trilhos mais limpos podendo-se visualizar claramente os dormentes, o lastro, a situação da estrada a frente e presença de animais peçonhentos na via.

agora se a exploração for em ferrovias erradicadas uma dica: jamais explore seu leito sem um guia e equipamentos de segurança! pois voce estará entrando em um local onde o último trem passou por ali há pelo menos uns 30 anos!! muito cuidado! caso voce prefira ir sem um guia estude todo o traçado do leito da ferrovia extinta primeiro, através de imagens de satélite para voce visualizar com clareza o seu percurso e procure também saber se existem estradas (asfalto ou terra) que acompanhem esse leito de perto ou cruzem por ele em algum ponto. cuidado ao entrar em túneis e pontes de ferrovias extintas, o risco de desabamento é considerável (pense nas décadas de falta de manutenção preventiva que tais construções sofreram e poderá compreender o estado de suas estruturas que estão expostas ao sol, chuva, ventos, enchentes constantes, sem a devida reparação de possíveis danos estruturais).

outra coisa muito importante: procure se informar se esse leito não passa em terras de fazendas, chácaras, sítios, etc. eu acho um absurdo isso, pois o leito, assim como a faixa de domínio, apesar de não ter trilhos ainda é patrimônio público, mas como vivemos em um país onde quem tem grana tem poder, observe se não há cercas ou placas fechando o local. tem muito proprietário de terras que simplesmente se apossaram do leito pelo simples fato de não haver ali mais trilhos. e geralmente quem faz isso é gente ''barra pesada'' e não gosta de ''estranhos'' entrando em seus ''domínios''.

apesar disso voce pode encontrar pessoas que, ao contrário são tão honestas que preservam até hoje a cerca que separava a ferrovia das terras de suas propriedades! é como se elas esperassem a volta do trem. eu já presenciei isso em alguns lugares e te digo: dá um ''frio na barriga''. é uma sensação única voce estar em um leito de ferrovia erradicada, vendo as cercas (de gente honesta) respeitando a faixa de domínio nas laterais e a cada curva ou reta parece que o trem vai ''aparecer''. e o que mais me chama atenção é o silêncio nesses locais. é intrigante! como se a natureza estivesse de ''luto'' pela cicatriz aberta no solo para uma justa finalidade (a construção da ferrovia e passagem das composições) e que criminosamente teve sua utilidade arrancada (a extinção da ferrovia arrancando-se tudo)!

Comunidades

Últimas atividades

Mauricio Cardim atualizaram seus perfis
28 Set
Mauricio Cardim postou um status
"O que Tenho muitos cartões postais lançados, inclusive recentes. Vendo e faço permutas. Mauricio Cardim Caixa Postal 61 - IP"
28 Set
JOSEMAR DOS SANTOS DINIZ compartilhou um perfil em Facebook
11 Set
Eliane Marques atualizaram seus perfis
26 Ago

© 2018   Criado por Amantes da Ferrovia.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço