Incríveis fotos históricas de locomotivas, estas máquinas que movem uma parte do mundo desde o século XIX e ainda hoje fascinam por sua construção engenhosa e durável.

locomotiva a vapor CP A832 no Barreiro, Portugal

As primeiras locomotivas apareceram no século XIX, eram movidas por motores a vapor que foram, sem dúvida, os mais populares até o final da Segunda Guerra Mundial. No Brasil eram chamadas popularmente de "Maria-Fumaça", em virtude da densa nuvem de vapor e fumaça produzidas quando em movimento.

Tudo bem, caso alguém queira saber um pouco mais sobre a história, tipos de motores e outro tanto de informações sobre trens e as locomotivas especificamente, sugiro com recomendação efusiva que leiam o verbete da Wikipedia pois este artigo tem como único objetivo um olhar bem cuidadoso sobre algumas destas máquinas em fotografias históricas e outras quase, capturadas há muito, muito tempo. Se o feedback for positivo em breve faremos partes 2, 3, 4... O material é infindável e um verdadeiro prazer em fotografia.

Santa Olivia_1913.jpgEstação Santa Olivia, 1913. Trem especial conduzindo a Senhora Yolanda Guedes Penteado para sua fazenda em Loreto/Brasil - acervo Leandro Guidini.

Loco18.jpgLocomotiva 4-4-0 construída em Nevada/EUA pela Central Pacific em 1873.

1299_steam_engine_bw_001.jpgLocomotiva a vapor em Ely/Nevada/EUA, construída em 1909.

Colour_Iranian_State_2-10-0_small.jpgLocomotiva 2-10-2 da Vulcan Foundry contruída para o Irã em 1954.

Liberation_Locomotive_Poland_1999.JPGLocomotiva 5448 na Polônia, construída em 1946.

sud3941_small.jpgLocomotiva 4-6-2 construída para a Buenos Ayres Great Southern Railway (SUD. Foto tirada em 1926.

Locomotive-William-Crooks.jpgLocomotiva William Crooks, a primeira locomotiva a operar no estado de Minnesota/EUA. Construída entre 1861 e 1865.

3185-1916 med.jpgLocomotiva 3185 da Vulcan Foundry no Paquistão, construída em 1916.

BAGS 4-8-0 1567 (4).jpgLocomotora 1567 construída pela Vulcan Foundry na Argentina em 1948. Ainda hoje está operacional mas como uso diário ficou até 1981.

Por fim uma ilustração que mostra o funcionamento da locomotiva, mas antes vale mencionar que é lamentável o pouco valor que se dá no Brasil para os trens de ferro. As ferrovias estão sumindo e consigo levam oportunidades de crescimento e muito do romantismo de outrora.

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Comentário de Bertram Dos Santos Nickoll em 10 dezembro 2012 às 8:19

ótima postagem que apresenta belas maquinas a vapor

Comentário de Bertram Dos Santos Nickoll em 10 dezembro 2012 às 8:17

ótima postagem que mostra o Brasil em mvimento e apresenta classicas locomotivas a vapor

Comentário de Samuell Alexandre em 6 dezembro 2012 às 19:43

belíssimas fotos! verdadeiras raridades! as ferrovias estão sumindo Edson (e muitas já sumiram de fato, só restaram o leito ferroviário sem trilhos, dormentes, etc.) por crime de lesa-pátria que se comete década após década, ano após ano dia após dia nesse país nos últimos 50 anos.

acho interessante que pra tudo os ''tecnocratas'' tem uma resposta na ''ponta da língua'', mas nunca vejo nada que justifique a depredação do patrimônio público. nada justifica o processo de erradicação que eliminou do mapa ferroviário brasileiro 10 mil quilômetros de ferrovias, nada justifica a padronização absoluta de bitolas atualmente muito defendido, discutido e em andamento nas novas construções férreas no país e nada justifica o desmonte e sucateamento de locomotivas a vapor ou reservá-las a ''passeios'' meramente turísticos com preços nas ''alturas'' e percurso de ''ferrorama''.

sempre defendi o retorno comercial das vaporosas, não apenas por questões de saudosismo, mas também por questões ambientais, econômicas e sociais.

ambientais: elas compensam a emissão de CO2 com o grande volume de vapor d'água que também emitem para atmosfera. se convertidas a lenha proveniente de madeira reflorestada, utilizam combustível renovável e menos poluente que o óleo e o carvão mineral. pode-se converter (e atualmente existem estudos em andamento nos EUA) para utilizar a biomassa como combustível. o resto é água tratada para dar mais durabilidade aos componentes internos da caldeira, tubulações, válvulas e injetores contra a corrosão, se bem que algumas peças são feitas até de bronze!!!

econômicas: pois estas máquinas são de longe mais baratas para se adiquirir, reformar, operar e manter do que uma diesel-elétrica ou somente elétrica, ou seja, seu custo vs benefício é insuperável. é claro que não possuem a mesma eficiência em termos de potência para tracionar grandes composições o que pesa a favor das locomotivas diesel-elétricas, mas possuem um sistema de tração simples e mais silencioso quando está em operação;

social: já que possuem um custo/benefício sem igual, podem operar com menos recursos o que pode (lembre-se da ganância e ambição doentia do ser humano em busca da riqueza e lucro fácil que sempre ajudam a colocar o preço de qualquer coisa lá na estratosfera) reduzir preços de fretes e possíveis bilhetes de passagens comerciais, ou seja, uma máquina que poderia ser a porta de entrada para pequenos ou médios empresários e/ou cooperativas formadas pelos mesmos com participação até de micro empresários que queiram entrar no setor ferroviário e operar composições diárias e acirrar de verdade a concorrência que ao meu ver e entendimento está cada vez mais monopolizada por um seleto grupo de ''super'' empresas que dominam o mercado e não estão nem aí para o micro e pequeno empresário/produtor e muito menos para trens regionais de passageiros.

trem a vapor no Brasil virou ''brinquedo'' para turista e as empresas nada fazem para agregar valor a estes trens para oferecer vagões mais confortáveis, preços aceitáveis das passagens, expandir a malha férrea e torná-los comerciais com a possibilidade de transporte de carga. 

tudo tem uma desculpa ''técnica e burocrática'', mas nada se faz de concreto a respeito...

Comentário de Neida Lucia Barzoti em 6 dezembro 2012 às 15:53

           Loucura, loucura, só fico muuuuuuito triste porque foram desprezadas mesmo que ainda servindo por anos afora.   Lindas palavras "TRENS DE FERRO".

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