Trem Noturno Rio Doce - Manobras em Nova Era - MG _ Parte 1

O Trem Noturno Rio Doce, também denominado "Rápido Vitória a Minas" era o que fazia o percurso de Belo Horizonte - MG a Vitória - ES e vice-versa, de 1954 a 1983. Operado pela Estrada de Ferro Vitória a Minas, conjuntamente com a extinta Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima - RFFSA, de 1976 até 1983. De Belo Horizonte - MG até Nova Era - MG, com o prefixo ROB-1, saindo de Belo Horizonte às 22:00 hs e chegando em Nova Era às 03:50 hs da madrugada. De Nova Era - MG até Vitória - ES, assumia o prefixo RD-2 e uma locomotiva G12 da Companhia Vale do Rio Doce, dona da Estrada de Ferro Vitória a Minas, assumia o controle operacional da malha ferroviária até Vitória - ES. De Vitória até Nova Era, tinha o prefixo RD-1 e de Nova Era até Belo Horizonte, assumia o prefixo ROB-2. Até hoje não dá pra entender o porque de a VALE não divulgar absolutamente nada a respeito da história de seu próprio Trem Noturno de passageiros, parte integrante de sua própria história. Parece mesmo que, tudo o que a atual VALE tem feito é procurar apagar da memória ferroviária e do povo, a lembrança desse trem magnifico! Já andaram tirando inclusive o nome Estrada de Ferro Vitória a Minas das novas pinturas dos Carros de passageiros! Não se fala absolutamente em Trem Rio Doce, nem mesmo no programa EDUCAÇÃO NOS TRILHOS, que é uma parceria da VALE com o Canal Futura! Uma verdadeira pena!!!

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Comentário de Hélio dos Santos Pessoa Júnior em 7 abril 2010 às 10:45
Pensando melhor, hoje em dia até dá para entender sim, o porque da VALE não divulgar absolutamente nada a respeito do fascinante Trem Noturno Rio Doce que um dia fez parte de sua história! O Trem Rio Doce tinha excelência em serviços prestados, com seus confortáveis e luxuosos carros de poltrona leito e carros dormitórios, que caracterizavam a viagem dos sonhos, muito além das palavras de um entusiasta que viveu intensamente esta época! O que poderia traduzir os mais profundos sentimentos de saudade, de uma eterna saudade de um dos filhos dessa época? As torpes palavras? Palavras não serão, jamais, suficientes para traduzir os sonhos, as maiores aventuras na vida de um ser humano que viveu intensamente essas histórias. A VALE não divulga absolutamente nada sobre o Trem Rio Doce, primeiro porque não tem o mínimo interesse em trens de passageiros, só se ilude com isto quem quer; segundo, porque as lembranças de viagens extraordinárias num conforto especial de um carro poltrona leito ou num carro dormitório-cabine, poderiam excitar o nosso povo a cobrar dela um maior conforto no seu atual trem de passageiros (não que o atual trem não tenha conforto, mas ainda não se compara à uma viagem de poltrona leito e cabine) e ela certamente não quereria isto. Esta é uma crítica construtiva à VALE e não uma crítica destrutiva. Mas...se alguém conseguir me provar que estou errado em meus pensamentos, eis que estou disposto a me redimir, a me desculpar e a me calar para sempre neste sentido, preservando, no entanto, minhas atitudes no sentido do resgate da memória ferroviária!

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