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A Magnovate, uma startup de tecnologia de trânsito com sede em Edmonton, irá implementar no zoológico de Toronto um monotrilho para atrair mais visitantes. Em particular, eles querem construir o primeiro trem na América do Norte usando a tecnologia de trânsito de levitação magnética (maglev). Atualmente, esse sistema é usado em partes da Ásia.
O trem Maglev substituirá o monotrilho Domain Ride, que operou no zoológico entre 1976 e 1994, e será parcialmente construído na infraestrutura remanescente daquela época.
A Magnovate irá substituir a guia que foi previamente desmontada entre a Estação Principal e a Estação Américas. As mudanças seguirão as especificações da guia original do Domain Ride, com uma seção elevada sobre a estrada de serviço.
O projeto proposto deverá cumprir vários objetivos importantes para a missão do Zoológico de Toronto, como as \"iniciativas verdes\" e sua \"pegada ecológica\" (relação entre consumo, exploração e utilização dos recursos naturais e a capacidade do planeta em repor esses elementos de forma natural). Para isso, foi definida uma estratégia que incluiu investimentos em infraestrutura de última geração e sistemas de apoio às causas ambientais.
Com isso, a Magnovate desenvolveu e testou protótipos da Magline, um inovador verde em sistemas de trânsito sustentável. Segundo especialistas, a infraestrutura existente no Zoológico de Toronto é ideal para a construção do primeiro sistema Magline comercial do mundo.
Além disso, o monotrilho é um veículo de força silencioso, sem fricção e com alta eficiência energética que pode funcionar sem recursos a combustíveis à base de carbono. Painéis solares montados em estações e em outros elementos da infraestrutura podem suprir grande parte das necessidades de energia do dia a dia do sistema.
Assim, a proposta do Maglev baseia-se na tecnologia moderna e inovadora e seria uma oportunidade para visitar o Vale do Rouge no conforto de um veículo fechado com controle climático durante todo o ano.
O projeto está estruturado em três fases principais. Para a fase 1, será projetado, construído e testado um trem Maglev em escala real para o “Maglev Ride”. O veículo terá uma suspensão Maglev totalmente funcional, motor linear de baixa potência, sistema de controle digital e fonte de alimentação externa.
Na segunda etapa, a escala completa será construída e integrada ao sistema de controle. Veículos de qualidade de produção serão projetados, construídos e testados na pista da fase 2. Serão usados os mesmos recursos operacionais da fase 1, mas a produção será feita com materiais de alta qualidade.
Por exemplo, as cabines de passageiros terão todas as comodidades, incluindo a tecnologia HVAC (sigla em inglês para \"Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado\"), referente aos sistemas de climatização. Serão projetados, fabricados e testados elementos de trilhos de qualidade e segmentos na pista da fase 2. Desenhos de produção para os veículos e elementos de via também serão produzidos. Além disso, nessa fase, um sistema de controle de tráfego será implantado e testado na pista.
Já na terceira fase, o sistema local do zoo será testado e, em seguida, as operações comerciais terão início.
Este projeto custará cerca de US $ 25 milhões, mas de acordo com um relatório da equipe do Zoológico de Toronto, a Magnovate irá cobrir o custo.
Os ingressos custarão aproximadamente US $ 12 a US $ 15 e serão divididos entre o zoológico e a startup por cerca de 15 anos; após esse período, o passeio pertencerá ao zoológico.
A Magnovate baseou suas projeções de receita potencial na obtenção entre 15% e 35% dos 1,2 milhão de visitantes anuais do zoológico.
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Além disso, o monotrilho é um veículo de força silencioso, sem fricção e com alta eficiência energética que pode funcionar sem recursos a combustíveis à base de carbono. Painéis solares montados em estações e em outros elementos da infraestrutura podem suprir grande parte das necessidades de energia do dia a dia do sistema.
Assim, a proposta do Maglev baseia-se na tecnologia moderna e inovadora e seria uma oportunidade para visitar o Vale do Rouge no conforto de um veículo fechado com controle climático durante todo o ano.
O projeto está estruturado em três fases principais. Para a fase 1, será projetado, construído e testado um trem Maglev em escala real para o “Maglev Ride”. O veículo terá uma suspensão Maglev totalmente funcional, motor linear de baixa potência, sistema de controle digital e fonte de alimentação externa.
Na segunda etapa, a escala completa será construída e integrada ao sistema de controle. Veículos de qualidade de produção serão projetados, construídos e testados na pista da fase 2. Serão usados os mesmos recursos operacionais da fase 1, mas a produção será feita com materiais de alta qualidade.
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Já na terceira fase, o sistema local do zoo será testado e, em seguida, as operações comerciais terão início.
Este projeto custará cerca de US $ 25 milhões, mas de acordo com um relatório da equipe do Zoológico de Toronto, a Magnovate irá cobrir o custo.
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Os trens do futuro serão alternativas para ganhar tempo no dia a dia. A velocidade, ou melhor, a hipervelocidade é uma das principais expectativas. Fora do cotidiano, essas novas locomotivas despertam o interesse para longas viagens, podendo se tornar mais econômicas que os aviões.
O Japão, país onde foi inventado o primeiro trem bala do mundo, avançou construindo um veículo ferroviário ainda mais veloz: o Maglev – abreviação do termo \"magnetic levitation\" (levitação magnética). Esta máquina pode viajar a uma velocidade aproximada de 630 Km/h. Por ser equipado com ímãs, ele flutua sobre os trilhos, o que permite atingir uma alta velocidade com baixo consumo de energia e pouco ruído. A capacidade do trem ainda precisa estimada.
A China não quis ficar para trás: também construiu sua “versão” do Maglev, que possui a mesma estrutura do trem japonês. O trem Shanghai Transrapid pode chegar a uma velocidade máxima de 430 Km/h, e é considerado o trem comercial mais rápido do mundo. Em pouco mais de 7 minutos percorre um trajeto de 30 Km.
O inovador Elon Musk – CEO da SpaceX e co-fundador da Tesla Motors – criou um projeto voltado à hipervelocidade chamado Hyperloop. Na teoria, o veículo seria capaz de atingir a marca de 1200 Km/h, e o projeto prevê o uso de fontes de energias sustentáveis como a eólica e a solar. Um protótipo do projeto de Musk foi criado por estudantes da Universidade Técnica de Munique (Alemanha), que fizeram parte da quarta edição da SpaceX Hyperloop Pod Competition - concurso promovido pela SpaceX. A cápsula atingiu a marca de 463 Km/h.
O Centro Aeroespacial Alemão (DLR), preocupado com o transporte ferroviário, busca contribuir para os projetos das locomotivas do futuro. Por intermédio de um projeto chamado NGT Cargo (Next Generation Trains, ou “trens da próxima geração”), procura melhorar o sistema de carregamento e descarregamento e toda operação logística de cargas.
O NGT Cargo será um trem composto por vagões individuais e locomotivas de alta tecnologia. Por meio de um sistema de navegação autônoma, os vagões podem realizar viagens do fornecedor ao cliente, onde são feitos o carregamento e descarregamento das cargas. Após isso, são acoplados automaticamente à composição, formando um comboio. Durante o trajeto, é possível formar novas composições, devido às várias etapas de embarque e desembarque dos vagões individuais.
Cada vagão possui um motor próprio, um conjunto de propulsão elétrica e um reservatório de energia a bordo, permitindo que a viagem seja realizada sem intervenção humana. Para operações em trilhos de alta velocidade, duas locomotivas são necessárias para fornecer tração adicional ao grupo de vagões individuais, e poderão atingir a velocidade de até 400 km/h.
O tema tem aparecido nas discussões de como será o transporte da próxima geração, pois sabe-se que uma grande parcela dos problemas ambientais está ligada aos meios de transportes que temos hoje. Isso tem levado muitos cientistas a trabalhar em função de projetos sustentáveis, para que a camada de ozônio não seja agredida e se reduza a emissão de gás carbônico na atmosfera.
A Alstom – uma empresa francesa que opera em todo o mundo nos mercados de transporte ferroviário –, lançou em 2018 na Alemanha os primeiros trens movidos a hidrogênio, que não emitem poluentes para a atmosfera. Os trens podem transportar 300 passageiros por vez, e chegam a uma velocidade de 140 Km/h, além de percorrer cerca de 1000 Km com apenas um tanque de hidrogênio, algo semelhante à capacidade dos trens a diesel, porém de maneira “limpa”.
A fase de testes ocorreu nas cidades de Cuxhaven, Bremerhaven, Buxtehude e Bremervoerde, e mais 14 trens são esperados até 2021. Com isso, a Alemanha espera reduzir as emissões de CO2 em 40% em 2020, em comparação aos anos de 1990.
E aí, amante da Ferrovia? Já fez suas malas para o futuro? Qual é a sua opinião sobre esse novos trens que irão mudar o mundo? Comenta aí!
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O Japão, país onde foi inventado o primeiro trem bala do mundo, avançou construindo um veículo ferroviário ainda mais veloz: o Maglev – abreviação do termo \"magnetic levitation\" (levitação magnética). Esta máquina pode viajar a uma velocidade aproximada de 630 Km/h. Por ser equipado com ímãs, ele flutua sobre os trilhos, o que permite atingir uma alta velocidade com baixo consumo de energia e pouco ruído. A capacidade do trem ainda precisa estimada.
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